13 setembro, 2009

Labirinto


Os ruídos dos carros, passos apresados, o relógio que não descansa. Os ponteiros que não param, dão o ritmo à orquestra urbana, controlam o fluxo de pessoas. Carros, janelinhas nos prédios, pessoas ...
Vidas se cruzam, transpassam; como os galhos de uma planta, que saem de todas as direções, indo para outras ainda mais difusas, alguns se encontram, se unem a outros e assim, juntos, fortalecidos, seguem sua direção - exceto aqueles desafortunados que acabam sós, pois apenas cruzam o caminho de outros, sem juntar-se.

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